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95 – American Gods (Temporada 1)

Canal42 95

Jurandir Filho, Bruno Costa e Ricardo Rente conversam sobre a primeira temporada de American Gods, série da Starz que adapta a obra do mestre Neil Gaiman. E aí, valeu a pena a espera? Quais os melhores personagens? O estilo da série agradou?

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CRÉDITOS

Decupagem: Jef Barbosa
Trilhagem/Artes: Ricardo Rente


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Comentários

  • Ítalo Dos A. Santos

    Deuses são reais se acredita neles…
    Eu peguei raiva dessa serie, sei nem ao menos assistir .. só pelo comercial a toda hora no youtube. Pretendo conferir a serie, depois de ouvir esse cast.

    • Antonio Junior

      kkkkkkk esse comercial era selado msm

  • Paulo

    Vou ouvir mais tarde,mas já agradeço de antemão por terem ouvido a galera e terem feito de uma série que não é da netflix! Acho bom dar uma variedade, forte abraço.

  • Elvis Kleber

    Muito bom o Cast.
    Uma observação interessante é que no ep 5 quando tem a interrogação na delegacia ,quando os novos deuses oferecem ao Wednesday um satélite em seu nome (Aparece em telão um satélite escrito “Odin”) como uma forma das pessoas lembrarem o seu nome,e em troca ele não entraria em guerra com os novos deuses.
    Já deu pra descobrir quem ele era ai.

    • Tiago Lima

      Para quem conhece a origem de “Wednesday” = Dia de Woden (Odin), descobriu quem era ele logo no primeiro episódio quando ele diz que pode chama-lo de Wednesday porque era o dia dele.

  • Elvis Kleber

    O Bruno “Rimas Narrativas” Costa é bom demais,acrescenta muito pra dinâmica do podcast

    • Bruno Costa

      Obrigado meu nobre! 🙂

  • Diego Miguel

    Meu resumo sobre a serie, SENSACIONAL!

  • Mr White (Luis Mendes)

    Finalmente. Com toda certeza e pelo para min, uma das melhores estreias deste ano. Alem de muito fiel a obra do Neil Gaiman, ele melhorou alguns pontos cruciais do livro , como a dupla Laura e o Leprechau, que alem de trazer uma excelente química, traz os dois melhores personagens da série. Não desmerecendo o resto do elenco claro. a série toda para min foi 5 estrelas, nessa temporada.

    Sobre a tal cena, eu entendi que como Odin é movido pela guerra, violência e etc. Afinal de contas foi assim que ele surgiu. Mr World quis propor uma terceira guera mundial, ao qual o estopim será um míssil nuclear COM O NOME DELE. Lembre-se que os deuses podem ser venerados com seus nomes espalhados entre veiculos, objetos, filmes e etc. Foi isso que entendi.

    e Mr world, jurandir quase entregou um Spoiler. Quase..Mr World é um deus que conhece E MUITO Odin, lembre se disso. Não digo mais nada. Com certeza ele será revelado nessa segunda temporada e garanto que vocês FICARÃO SURPREENDIDOS!.

    Até o proximo cast.

    • Diego Miguel

      Pra quem não sabe os Spoilers do Livro quando ver isso acontecendo na serie vai ser tipo o último episodio de Westworld, Plot twist total rs

      • Tiago Nery

        Realmente, eu não esperava por isso quando li.

    • Bruno Di Castro

      Complementando o sentido da cena de Odin e Mr. World, a oferta era sim um míssil que levaria o nome de Odin para destruir Pyongyang, assim todos conheceriam o nome de Odin e as mortes seriam sacrifícios à ele. Seria como uma adoração indireta onde, adorando aquela destruição, acabariam adorando ele em tabela, assim como funcionou com o Vulcano. Vulcano era forte porque as pessoas adoravam as armas de fogo. Não era uma adoração direta a ele, mas a uma coisa que remetia a ele.

  • jorge_lito

    O livro é incrível. E gostei bastante da série…

  • Ralk Martins

    Cadê Sons of Anarchy ? (brincadeira, mas sério hahahaha) Muito bom o cast !

    Curti muito a série, dou 4,5 também ! capitou a ideia do livro e teve participação de perto do Neil Gaiman pra algumas alterações no roteiro, casting e etc.

    Vai rolar uma outra série (mini série) baseado em livro do Gaiman na Amazon, ”Belas Maldições” que vai contar com o Gaiman como showrunner e Um dos protagonistas vai ser o David Tennant. Ansioso por essa.

    • Antonio Junior

      tennant ? ja tem potencial !

  • Mends

    Eu gostei muito dessa série, não só por ser um excelente conteúdo audiovisual, mas também por tratar bem(ao meu ver) de muitos assuntos polêmicos como machismo e preconceito com a Bilquis e o Anansi, respectivamente, e obviamente religião.

    Minha interpretação sobre dois pontos que a galera do cast não entendeu, o Jinn é uma entidade do fogo que fazia trocas com as pessoas, foi isso que inspirou a história do gênio da lâmpada e por isso a revolta dele com as pessoas que acham que ele realiza desejo.

    Na cena do interrogatório, eu entendi que aquele satélite seria uma forma de Odin ser venerado denovo, com a mídia propagandeando sobre os avanços que sería pro país, mas ao mesmo tempo eles o manteriam sobre controle já que a Coréia do Norte é um país fechado do mundo, então só as pessoas de lá dariam força pra ele. Assim, o mantendo sob controle da mesma forma que eles fazem com a Bilquis.

    E pra terminar uma curiosidade, o Wednesday “se revela” assim que ele conhece o Shadow Moon, ele escolheu esse nome porque vem de Wōdnesdæg, que em inglês nórdico significa Dia de Odin.
    Parabéns pelo cast, gosto muito do trabalho de vocês.

  • Lou Bloom

    Porra Ricardo!! Ketchup na pizza não!!

  • Paulo

    e o cast do devil may cry?

    • Sarah Oliveira

      HAUAHUAHAUHAUHAU apelão.

  • Filipe Bortoletto
    • Júnior Souza

      Cara, eu não entendi nada. Essa analogia com o sexo que transferiu a identidade do jinn pro rapaz e que passou a usar o taxi dele. Putz. Muito louco.

      • Filipe Bortoletto

        Ele podia passar a identidade dele para mim que eu nem ligaria de não entender. Parei hahahaah

      • Sarah Oliveira

        No livro essa “transição”é muito boa. Ainda não assisti a série, mas no livro eu curti muito essa parte.

        • Júnior Souza

          Eu nunca li o livro e nem sabia nada a respeito mas gostei muito dessa 1a temp.
          Fiquei até curioso pra ler mas ouvi alguns podcasts e lí por aí que a série é mais atual.

  • Lou Bloom

    Muito bom o podcast, mas eu não poderia discordar mais de vocês quanto à primeira temporada da série (eu não li o livro).

    São 8 episódios onde a trama praticamente não anda (o clímax do finale foi uma revelação que já tinham feito no 5º episódio), as críticas sociais são esfregadas na sua cara sem sutileza alguma (só faltou inserções do Bryan Fuller gritando “DID YOU GET IT?”), grande parte dos diálogos não soam naturais e são expositivos em excesso, e não mantém uma coesão narrativa (o que não é necessariamente ruim, mas me pareceu mais uma escolha de estilo que não leva a lugar nenhum).

    Os únicos episodios que eu realmente gostei foram os dois “fillers”, principalmente o da Laura. Ela é uma personagem infinitamente mais interessante que o Shadow, o Craig Zobel é MUITO melhor diretor que o David Slade (3 primeiros episódios) e que a Floria Sigismondi (finale), então as insuportáveis escolhas estéticas do Bryan Fuller são utilizadas apenas quando deveriam, principalmente o slow motion (que em outros episódios é totalmente desnecessário e usado apenas como uma escolha estética, neste ele é utilizado apenas em momentos pontuais), e a Emily Browning se provou uma ótima atriz, tanto como Laura quanto como Essie. Aliás, a dupla dela com o Sweeney é o único motivo por eu ter chegado até o 8º episódio.

    Eu não costumo utilizar essa expressão, mas essa série é a definição de “style over substance”! As escolhas estéticas recebem muito mais atenção do que a narrativa, influenciando bastante o ritmo.

    PS1: resumir quem não gostou da série à quem quer tudo mastigado é hilário, especialmente em uma série que trata o espectador como um imbecil no season finale e que desconhece o significado de “sutileza”.

    PS2: eu adoro obras esquisitas e surreiais, assim como as que questionam fé e valores sociais, e American Gods não se destaca em nenhum desses espectros.

    PS3: o Bryan Fuller é o Zack Snyder da TV! Não consegue contar uma estória de maneira coesa, tem a sutileza de um elefante, usa o slow motion excessivamente e sem uma função narrativa e se preocupa mais em ter uma estética bonita e “cool” do que em fazer algo que realmente tenha algo a dizer.

    • Júnior Souza

      Cara, eu gostei bastante de American Gods e não conhecia o livro.
      Mas lendo seu comentário/crítica, me chamou a atenção esse seu PS1.
      Realmente, tenho percebido uma tendência da crítica em elogiar filmes/séries que te deixam confuso (quando vc sai do cinema “sem entender” nada direito). E em menosprezar aquilo que fica “mastigado”.
      Até no site do Plano Crítico, que eu gosto bastante, eles tb fazem isso.

      • Lou Bloom

        Eu não gosto muito de obras mastigadas, mas acaba que depende da proposta delas (por exemplo: “mãe!” não tem muito espaço para sutilezas e parte do que eu gosto do filme é que ele abraça o exagero). O que eu não concordo é que American Gods faça parte dessas obras, já que eles mastigam tudo no último episódio.

        • Júnior Souza

          É isso aí mesmo.
          Depende da proposta e não há nada de errado nisso.
          Não vi Mãe ainda mas pretendo sim.
          Despertou a curiosidade.

  • Guilherme Brinker Willrich

    Muito interessante o canal Starz, além de American Gods possui outras séries boas, como Outlander, Spartacus e Ash vs. Evil Dead.

  • Luiza Ayres

    Adorei a série e até por causa dela fui atrás do livro (tô na metade). Só acompanhava as HQs do Neil Gaiman, acho as histórias do cara incrível!!!

  • Luiza Ayres

    Ketchup na Pizza e Leite Condensado no Açaí é no mínimo desvio de caráter…

    • Júnior Souza

      Aqui no RJ, ketchup na pizza é normal.
      Eu mesmo gosto muito.

  • Gyselle P. Teixeira Correia Li

    Passei o série toda me perguntando onde conhecia o ator que faz o Shadow, ele me era muito familiar, mas não fazia ideia de onde! Depois descobri que ele fez Lincoln em The 100!

  • losk

    Caramba a discussão da abertura foi o papo mais “first world problems” ever…
    kkkk

  • Tiago Nery

    Eu gostei muito da série, trouxe algo diferente e com grande qualidade, principalmente no quesito visual. Li o livro após ter visto, e o livro segue o mesmo ritmo. Vocês citaram o episódio que fala sobre a ladra irlandesa que traz o leprechaun para os Estados unidos e no livro acontece da mesma maneira, e o “Bem vindo a América” do leprechaun. Não creio que a série tem fôlego para tantas temporadas, só duas, no máximo três

  • Filippe Gadelha

    Amigo Juras, onde conseguir esse camarão de 25 R$ o kilo aqui em Fortaleza mah!?

  • Cypher

    Muito bom o cast sobre American Gods.

    Vi que a galera ficou meio em dúvida sobre os prólogos dos episódios, e de como eles se encaixam na história.
    Naqueles “curtas”, era mostrado como os vários deuses de várias mitologias distintas chegaram à América (daí o título “Chegada à América). Cada povo que emigrou para o Novo Mundo, levou consigo suas crenças, superstições e deuses. Isso é deixado muito claro no livro, e na série ficou bem mais implícito, mas foi assim que todo aquele panteão de deuses tão diverso foi parar nos Estados Unidos, e sobreviveram através das gerações, por meio das tradições de cada cultura. Vou parar por aqui por motivos de: spoilers.

    PS1: Eu saquei quem era o Wednesday logo que ele aparece no livro, porque já sabia da origem do nome do dia da semana em inglês (Wodan’s Day = Dia de Odin), e daí pra frente só ficou mais óbvio. Mas quem não tá se interessa muito por essas coisa, passa batido mesmo.

    PS2: Ainda esperando o cast sobre a melhor série da história: The Sopranos.

  • Michael Soares

    Eu não ouvi esse cast, pois , não terminei de ver a série ainda. Porém, queria deixar aqui registrado meu pedido para vocês fazerem sobre MINDHUNTER.

  • Cássio Vilas

    Edição Padrão. American Gods é muito foda mesmo. E concordo com tudo o que disseram. Também achei o ator do Shadow Moon bem fraco, mas bom para o papel. Me incomodou o excesso de espaço para a esposa dele no roteiro, pois no começo ela parecia ser uma personagem whatever, mas depois foi ficando interessante. Quanto ao episódio de resgate do antepassado da Laura Moon, sem dúvida foi o pior, um porre que deu uma bela quebrada no ritmo da história. O lance do senhor das armas também ficou muito estranho, parece que esse personagem só existiu para o Odin conseguir a tal espada, depois foi descartado instantaneamente. Mas tirando isso, os pontos altos pra mim foram a cena dos vikings, a do barco com Ananci, e o último epi que compensou tudo. Que atuação do Ian McShane, monstro demais! Sem dúvida, vale muito a pena assistir essa série.

    DEUS SÃO REAIS SE ACREDITA NELES kkk

  • Júnior Souza

    Adorei esse 42cast. Acho que foi o melhor que já ouvi.
    O curioso é que já ouvi outros podcasts sobre essa série, até com pessoas que se diziam “mais entendidas” no assunto. Mas não pareciam tão “jogo aberto” e sinceros como vcs foram.
    Isso é raro de encontrar. ‘Podcasters’ que assumem atė que não entenderam alguma coisa mas sem desmerecer a obra em si.
    Parecia que eu estava participando da conversa.
    Valeu.

  • Bean

    Pessoal, li o livro é tem algum tempo já. Não lembro se no livro o Shadow é chamado de Shadow moon. Tanto é que quando vocês falam Shadow moon, eu só pensava no vilão do Kamen Rider.

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